sábado, 10 de agosto de 2013

Como é possível amar tanto?

Os sentimentos e sensações que eu tenho são como se algo me inquietasse, fazendo me mover para lá e para cá.
Não consigo parar!
Você pode me ajudar?
Pegue em minhas mãos!
Uma sensação estranha de formigamento em minha pele, não me deixa parar.
Você pode me tocar?
Não! Não se assuste com os meus trejeitos eu não consigo parar!
Você pode me olhar?
Eu vejo mais... Mas muito mais do que as pessoa "normais".
Olho e logo vejo vária facetas da mesma imagem, vários detalhes que são imperceptíveis aos olhares comuns.
As cores explodem diante de mim como um arco-íris que exibe toda a sua beleza.
As cores e seus matizes invadem meus olhos como as águas de uma grande cachoeira.
Sinto minha mente envolvida em fluxo contínuo e maravilhoso de coisas. 
Como processar e compreender tudo isso...O que é tudo isso?
Não consigo!
Não consigo fixar o meu olhar.
Eu sinto mais... Mas muito mais e as sensações percorrem meu corpo como um raio descendo do céu.
O toque para mim é intenso, dolorido e irracional.
Mesmo assim quero ser abraçada com amor.
Você pode me tocar?
Estou isolada em meu próprio mundo, submersa em meus pensamentos.
Quero te falar... Mas não consigo!!
Quero me expressar, mas estou prisioneira de um corpo com sensações intensas que não consigo controlar.
Eu ouço mais... Mas muito mais!
Todos os sons são tão intensos, algumas vezes são sons suaves e outras vezes ferem meus ouvidos.
Ouço tudo com tanta intensidade.
Sei o que as pessoas que me rodeiam querem, mas não consigo atender, o meu cérebro está fervendo de cores, sons e sensações.
Você pode me ajudar?
Em minha solidão, prisioneira que sou, envolta em um redemoinho de sensações extremas, utiliza os gestos e sons para tentar aliviar e acalmar minha mente e alma.
Eu adoro ser amada, eu adoro ser abraçada, eu adoro quando falam comigo... Eu adoro!
Apesar da quantidade de informações que sobrecarrega o meu cérebro através da audição, paladar, olfato, tato e visão.
Eu sei oque é o amor!
Eu sei oque é ser amada!
Ame-me!
Abrase-me!
Somente uma coisa te peço, nunca não desistam de mim... Eu estou aqui!
Por que que ser diferente é normal!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

EUA afirma que tem 100% de propriedade sobre todo o seu DNA.


Em uma revelação surpreendente o órgão de Patentes e Marcas dos EUA afirma ter o poder de atribuir a propriedade de seu DNA para empresas privadas e universidades que se aplicam para as patentes de seus genes. Hoje já foram atribuídos mais de 4.000 genes como propriedade legal de empresas e universidades pelo referido órgão. Estas cessões de posse provam de que o governo acredita que é dono de 100% de todos os genes humanos, você não pode transferir a propriedade de alguma coisa a menos que a possua primeiro. Cerca de 20% de do código genético é de propriedade de alguém, sendo que até dois terços dessas patentes pertencem à iniciativa privada, e o restante, ou seja, um terço pertence às universidades. A maior detentora da maioria das patentes é chamada Incyte, uma empresa farmacêutica com sede na Califórnia, que é a "dona" das patentes de cerca de 2000 genes humanos. Apesar de sua discordância em vender o seu corpo para uma corporação, um grande número de empresas já reivindica a posse sobre cada célula sua. Diante do exposto, as pessoas hoje não passam de um escravo das reivindicações de patentes. Agora, neste exato momento, dezenas de empresas podem reivindicar o seu corpo, e essas reivindicações serão 100% confirmadas no sistema judicial dos EUA. A escravização genética está aqui e ninguém está consciente do fato de que 20 por cento dos seus genes são "possuídos", ou seja, pertencem a empresas e universidades. O fato de se ter direito sobre estes genes, evidentemente, é uma forma de opressão genética que procura dominar e controlar todos os humanos. Considere o seguinte: Quando você tem um filho, você está replicando o seu código genético. Porque o seu código genético é 20% patenteado como "propriedade" de outra pessoa, o ato de ter um filho é, por definição, um ato de pirataria genética e você está cometendo uma violação da lei. Estas empresas que "possuem" ou são proprietária do código genético podem, se assim o desejarem, exigir que você pague royalties para cada criança que você gere. Eles podem até mesmo exigir que você os pague royalties para suas próprias células do corpo durante os processos de replicação, como curar feridas de pele ou gerar novas células vermelhas do sangue. Seu corpo, de fato, reproduz milhões de células a cada dia, fazendo com que você viole as leis do governo dos EUA sobre o roubo de propriedade intelectual. A problemática da viabilidade e oportunidade da patenteabilidade das sequências de DNA humano, através de uma análise crítica multisetorial no que concerne à influência de aspectos éticos, sociais, científicos, jurídicos, políticos e econômicos relacionados ao desenvolvimento da ciência e construção da norma jurídica de forma ampla. Exige uma analise da conjuntura que se cria em diversos setores da convivência humana, a partir da concessão ou não de proteção patentária às sequências de DNA humano. Esta análise, necessariamente precisa contemplar áreas como, o campo da ética, a posição da sociedade e comunidade científica, o ordenamento jurídico, a política e a economia. O DNA é intrínseco à formação e manutenção da vida de todo ser humano e a correta conformação física externa, portanto, portar a informação genética significa mais do que guardar e transmitir o código ao longo das gerações, é expressar e servir de molde para produção de substâncias necessárias à vida, sem as quais o ser humano pereceria. A indústria farmacêutica estendeu seu interesse buscando uma proteção patrimonial para sequências de DNA ainda sem função conhecida, conjecturando, possibilidade futura de lucro, quando da eventual descoberta da função contida na sequência já protegida. Em uma análise ética, focando em uma análise do princípio da autonomia que nasceu da necessidade de mitigar a superioridade historicamente reconhecida no médico em sua relação com o paciente, cabendo, a partir de então, ao próprio paciente decidir a respeito de sua vida quando em condições mínimas de discernimento, ou seus familiares, quando tais condições lhe faltarem, mas não ao médico, como se soberano da vida de outrem (MOSER, 2004, p. 318-320), difundindo-se como que se conhece por direito ao consentimento informado, este direito remete à necessidade de que em todas as áreas da vida, sejam elas de pesquisa, teste ou acompanhamento, seja o profissional um auxiliar do paciente, ou no caso das sequências de DNA humano, seja o geneticista/cientista um auxiliar da sociedade por completo, no intuito de repassar todas as informações possíveis e necessárias a uma decisão sadia a respeito da viabilidade e oportunidade da efetiva aplicação e utilização de uma sequencia genética. De maneira adicional, o princípio da justiça não deve ter uma implementação pró-forma: o cidadão e a sociedade necessitam, de além de estar sempre presente nas decisões, devem obrigatoriamente ser confrontados com a realidade cotidiana, no intuito de distinguir o que é necessário, viável e oportuno, e o que é supérfluo e inviável no contexto da sociedade onde está se desenvolvendo a nova tecnologia (MOSER, 2004, p. 322). Diante do exposto, observa-se que nem tudo aquilo que é admissível nos campos da técnica e da economia, é eticamente viável ou de aplicação oportuna à saúde humana e assim é que se torna necessário estabelecer um padrão ético que seja dinamicamente compartilhado por pessoas de diferentes crenças e valores. O questionamento se faz, diante da problemática exposta, é se é eticamente aceitável que sejam essas informações patenteadas, pois uma sequência de DNA não é uma invenção, é uma descoberta daquilo que daquilo que já existe e estava obscuro à compreensão humana, é a composição dos corpos, e os fundamentos da sustentação da vida não é uma mercadoria apropriável, passível de ser patenteada e sem restrições. É dever da sociedade através de debates sadios e intensos esclarecerem as questões a respeito do que são e o que resulta das novas tecnologias, antecipando-se e prevenindo-se de práticas que não se mostrem necessárias ao desenvolvimento humano ou social. A dificuldade em uma discussão de tal complexidade é conseguir a ascensão do leigo e a o descenso dos geneticistas/cientistas, na busca de uma linha mediana de conhecimento e compreensão para que haja um debate equilibrado e esclarecedor em relação às questões colocadas. Contudo, a divergência de opiniões sempre existirá e não é tarefa simples, nem se busca aqui, precisar qual a posição dominante: no campo do DNA humano, especificamente, e em todas as biotecnologias, pois os seres humanos, cada um deles, é movido por diferentes razões. Uns pelo bem comum, outros pelo lucro, por exemplo. Nessa conjuntura, é o debate ético, juntamente ao social e científico que, juntos, podem impor suas crenças e valores frente aos poderes dominantes, sobretudo o político, jurídico e econômico, de forma a ser estabelecida uma norma coerente com as necessidades sociais e interesses científicos, que seja passível de manutenção, porquanto deve ser balizadora de direitos conflitantes e instituidora de um ponto de equilíbrio. Direciona-se, portanto, para a necessidade, de proteção às pesquisas biotecnológicas e seus resultados, sobretudo no que tange ao estudo do DNA, mas é necessário que se trabalhe na estruturação de um sistema alternativo ao patentário, que seja coerente ao objeto da proteção, suas características e também em relação à cultura, crenças e valores da sociedade.
Fonte: Natural News

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Estamos servindo veneno, GMO - Alimentos Transgênicos, para os nossos filhos comerem?

 
Pela primeira vez na história foi realizado um estudo completo e de longo prazo para avaliar o efeito que um transgênico e um agrotóxico podem provocar sobre a saúde pública. Os resultados são alarmantes. O transgênico testado foi o milho NK603, tolerante à aplicação do herbicida Roundup (característica presente em mais de 80% dos transgênicos alimentícios plantados no mundo), e o agrotóxico avaliado foi o próprio Roundup, o herbicida mais utilizado no planeta – ambos de propriedade da Monsanto. O milho em questão foi autorizado no Brasil em 2008 e está amplamente disseminado nas lavouras e alimentos industrializados, e o Roundup é também largamente utilizado em lavouras brasileiras, sobretudo as transgênicas. O estudo foi realizado ao longo de 2 anos com 200 ratos de laboratório, nos quais foram avaliados mais de 100 parâmetros. Eles foram alimentados de três maneiras distintas: apenas com milho NK603, com milho NK603 tratado com Roundup e com milho não modificado geneticamente tratado com Roundup. As doses de milho transgênico (a partir de 11%) e de glifosato (0,1 ppb na água) utilizadas na dieta dos animais foram equivalentes àquelas a que está exposta a população norte-americana em sua alimentação cotidiana. Os resultados revelam uma mortalidade mais alta e frequente quando se consome esses dois produtos, com efeitos hormonais não lineares e relacionados ao sexo. As fêmeas desenvolveram numerosos e significantes tumores mamários, além de problemas hipofisários e renais. Os machos morreram, em sua maioria, de graves deficiências crônicas hepato-renais. O estudo, realizado pela equipe do professor Gilles-Eric Séralini, da Universidade de Caen, na França, foi publicado ontem (19/09) em uma das mais importantes revistas científicas internacionais de toxicologia alimentar, a Food and Chemical Toxicology. Segundo reportagem da AFP, Séralini afirmou que "O primeiro rato macho alimentado com OGM morreu um ano antes do rato indicador (que não se alimentou com OGM), enquanto a primeira fêmea, oito meses antes. No 17º mês foram observados cinco vezes mais machos mortos alimentados com 11% de milho (OGM)", explica o cientista. Os tumores aparecem nos machos até 600 dias antes de surgirem nos ratos indicadores (na pele e nos rins). No caso das fêmeas (tumores nas glândulas mamárias), aparecem, em média, 94 dias antes naquelas alimentadas com transgênicos.


O artigo da Food and Chemical Toxicology mostra imagens de ratos com tumores maiores do que bolas de pingue-pongue. Séralini também explicou à AFP que "Com uma pequena dose de Roundup, que corresponde à quantidade que se pode encontrar na Bretanha (norte da França) durante a época em que se espalha este produto, são observados 2,5 vezes mais tumores mamários do que é normal". De acordo com Séralini, os efeitos do milho NK603 só haviam sido analisados até agora em períodos de até três meses. No Brasil, a CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) autoriza o plantio, a comercialização e o consumo de produtos transgênicos com base em estudos de curto prazo, apresentados pelas próprias empresas demandantes do registro. O pesquisador informou ainda que esta é a primeira vez que o herbicida Roundup foi analisado em longo prazo. Até agora, somente seu princípio ativo (sem seus coadjuvantes) havia sido analisado durante mais de seis meses. Um dado importante sobre esse estudo é que os pesquisadores trabalharam quase que na clandestinidade. Temendo a reação das empresas multinacionais sementeiras, suas mensagens eram criptografadas e não se falava ao telefone sobre o assunto. As sementes de milho, que são patenteadas, foram adquiridas através de uma escola agrícola canadense, plantadas, e o milho colhido foi então “importado” pelo porto francês de Le Havre para a fabricação dos croquetes que seriam servidos aos ratos. A história e os resultados desse experimento foram descritos em um livro, de autoria do próprio Séralini, sob o título “Tous Cobayes !” (Todos Cobaias!). Simultaneamente, será lançado um documentário, adaptado a partir do livro e dirigido por Jean-Paul Jaud. Esse estudo coloca um fim à dúvida sobre os riscos que os alimentos transgênicos representam para a saúde da população e revela, de forma chocante, a frouxidão das agências sanitárias e de biossegurança em várias partes do mundo responsáveis pela avaliação e autorização desses produtos.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Faça por amor.


Há alguns anos atrás eu conheci uma pessoa muito especial que até hoje atua como minha mentory no estudo da língua inglesa, usando uma técnica muito incrível que é o coaching. Em uma de nossas conversas semanais ela comentou sobre um livro do escritor David Deida, cujo título é “O Caminho do Homem Autêntico”, sendo que no referido livro ele aborda os pontos mais importantes da vida de um homem, ou seja, o trabalho, a família, a mulher e intimidade, amor e espiritualidade. Iniciei a leitura deste livro de forma contida e atenta, na esperança de encontrar algumas preciosidades. Portanto, passo a passo tenho avançado nesta doce leitura e como tenho por princípio que, “Com a mente se entende e com o coração se compreende para a eternidade.”, vagarosamente tenho permanecido submerso em uma profunda meditação sobre o conteúdo de cada capitulo e hoje quero compartilhar o conteúdo do capítulo nove cujo título é “Faça por amor”. A abordagem feita pelo autor neste capítulo, traça um paralelo entre o relacionamento masculino com mundo e com a mulher, observando a renúncia do ganho ou o prazer pessoal em favor da ampliação do amor, da receptividade e da profundidade de um relacionamento. Em minhas elucubrações mentais, penso que a energia masculina e feminina existe dentro de cada ser, elas se complementam na manifestação das aptidões humanas. Porém quando acontece um encontro de duas almas gêmeas a “atração” é inevitável, ou seja, há uma polarização, sendo que uma manifesta a polarização mais feminina e outra, de igual forma, manifesta a polarização mais masculina, lembrado que isso nada tem a haver com gênero humano. A negação da manifestação de uma destas energias sempre acarreta uma sensação de não estar completo, “de um desejo de ir além, de se desvencilhar da armadilha, de aproveitar a vida livre da sutil sensação de restrição, tensão subjacente e medo”, escreve David Deida. A manifestação plena e sem limites de um relacionamento entre o um homem e o mundo ou um homem e uma mulher, tem obrigatoriamente de ser cheia de plenitude. O masculino busca incessantemente pelo feminino, e o feminino, em um jogo de sedução e sensualidade, se deixa tomar pelo masculino. O masculino penetra, e o feminino se sente penetrado, o masculino protege, e o feminino se sente protegido, o masculino abre espaço, e o feminino repousa com confiança e segurança, o masculino caça, e o feminino se sente suprido, o masculino age, e o feminino sente a ação, o masculino aprofunda, e o feminino contagia, o masculino argumenta, e o feminino comunica, o masculino resolve, e o feminino torna ambíguo, o masculino manifesta, e o feminino deseja, o masculino é o mandamento, e o feminino é a disciplina, penso que é impossível existir algo fora destas energias. Quando um homem se dispõe a utilizar todas as suas forças para complementar a sua mulher, ele liberta o mundo e a mulher, pois os dois elementos, tanto o mundo como a mulher desejam, mas somente a energia masculina pode manifestar neste plano existencial o desejo da energia feminina e quando isso ocorre, o mundo e a mulher manifesta toda a sua luz em beleza e criação, pois o masculino e o feminino se encontraram. A energia masculina é o aspecto exterior da força, é a manifestação Divina que se materializa, orientado e com foco a criar a individualidade, já os desejos Divinos da energia feminina neste plano existencial é a luz contida, pura e que não se manifestou, que tudo abrange e não se diferencia e nem se individualiza. Quando a energia feminina se inquieta interiormente e deseja manifestar-se neste plano existencial, move-se para fora de seus limites na ânsia de conscientizar-se de si mesma e obter a experiência de existir. Esta consciência existencial é complementada com o masculino, que a busca e deseja-lhe ser útil no sentido de manifestação e forma. A energia masculina define e dá forma, materializando aquilo que já existe em potencial, como algo neste plano existencial, transformando aquilo que já é manifesto em uma nova realidade a ser explorada e vivenciada de formas diferentes de conscientização. Nesta nova realidade, em um eterno movimento criativo, há um espetáculo de luz e beleza e ambas as energias celebram na eternidade, reverenciando-se uma a outra a alegre união e a manifestação do EU SOU. Funde-se o Eu masculino, no Sou feminino e todo o universo pára ao contemplar a fonte inesgotável e que não conhece limites, nem diferenciação entre o diferenciador do Eu da energia masculina. A sociedade perdeu muito do conhecimento de outrora, hoje reina um confronto entre o masculino e feminino com consequências desastrosas para nosso planeta. Observo um movimento sutil, mas constante, da energia feminina erguendo-se como uma estrela. Na verdade, a questão mais urgente, nesta época, é a transformação e conscientização da energia masculina. A energia masculina precisa renascer madura e equilibrada para que a energia feminina possa florescer como uma flor de lótus. A interdependência entre as energias masculina e a feminina obriga-as a cooperarem entre si, pois somente com o entrelaçamento das duas pode se manifestar a grande transformação e o nascimento do novo. A energia feminina tem esperado, porque existe uma relutância na energia masculina, numa ambiguidade do velho e do novo. Desponta um novo comportamento onde a energia masculina honra e respeita a energia feminina, buscando a reconciliação em um eterno cortejo. A ambiguidade comportamental da energia masculina, entre o velho e o novo, está claramente representada na série de ataques terroristas, no papel do velho como agressor impiedoso, na agressividade, raiva e ao mesmo tempo, total impotência e desesperança. Este comportamento manifesto neste plano existencial, agoniza de morte e sentimos o nascer de uma nova era. O confronto entre o velho e o novo masculino, nasce na atitude individual e é onde acontece à transformação para o novo, e este indivíduo refletirá a sua nova consciência na coletividade. A importância do equilíbrio entre o masculino e o feminino no nível individual passa pela liberação dos pontos energéticos do corpo. Essa fluidez energética e a conscientização para a transformação, leva o homem a um novo estágio existencial e uma nova postura comportamental de “atitude”, reação e coragem de ser “Um Homem Autêntico”.

domingo, 4 de agosto de 2013

Shekinah or Elohim - The time of the meeting and reconciliation of opposites.


 
In Hebrew: שכינה - Pronunciation: [ʃe̞χinä].

Etymology
Shekinah has root with the Hebrew verb שכן. In Biblical Hebrew, the word literally means, settlements, housing or housing, and is quoted frequently in the Hebrew Bible Exodus 40:35 "Moses could not enter the tabernacle of the congregation because the cloud had settled on it, and the glory of the Eternal filled the tabernacle. "We could also observe in Genesis 9:27, Genesis 14:13, Psalms 37:3, Jeremiah 33:16, as well as the weekly Shabbat blessing recited in the Temple of Jerusalem, "He who makes his name may dwell, shochan, in this House to dwell among you love and brotherhood, peace and friendship."

Significance in Judaism
Designated facet of divine revelation to men, the "Divine Presence", was considered the face "feminine" and "mother" of the Eternal own. The word "Shekinah" does not appear in the Jewish Bible and is not mentioned in the New Testament, is a word derived from the Hebrew root ש - כ - נ (sh-kn), meaning "dwelling", "make His home." According to Kabbalistic conception and the branch of Judaism Hasidism, Shekinah is a powerful cosmic energy itself, which dwells on the "inside" of the Universe and vivifies it, and its "soul" or "spirit." The Shekinah, as a concrete idea, only appears in rabbinic writings, with small "allusions" to this divine presence among the people of Israel, the Torah, when the Eternal said to his people "וְעָשׂוּ לִי מִקְדָּשׁ וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹכָם" - "I shall do a sanctuary for me, that I may dwell among them ";" וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹךְ בְּנֵי יִשְׂרָאֵל, וְהָיִיתִי לָהֶם לֵאלֹהִים "-" and I will dwell among the children of Israel, and I will be for them the Eternal "and" יְהֹוָה צְבָאוֹת הַשֹּׁכֵן בְּהַר צִיּוֹן "-" the God of hosts, who dwells in Zion. " This facet of divinity, which is the lowest of all other revelations, is the communicative medium between man and the Eternal. She is "measurable" in accordance with the position of each person and his acts, being that sometimes it reveals and sometimes hides, as the Sages of Israel said, when referring to the Second Temple, which had no "shadow of Shekinah." Regarding the diaspora, the rabbis said that, somehow, the Shekinah preserved a relationship with Israel, especially when it went through difficult periods, scattered among the nations, "to all the places where Israel was exiled, exiled Shekinah was with him ", also suffering with him in misfortune. Rabbi Chanina, the Talmud, exacerbates this view when he says that "he who slapped the face of Israel, is as if slapped the face of the Shekinah." The Shekinah in Islam The word سكينة (Sakhinah) is mentioned six times in the Quran. It is a guarantee of peace, calm and tranquility. Chapter 2, verse 248 says: "And his messenger said to them: Verily! The sign of his kingdom is that there shall come to you At-Tabut (the Lost Ark), where sakinah from your Lord is reminiscent of Moses and Aaron left behind, carried by angels. Verily, in this is a Sign for you if ye are believers. "It is often described as' comforting feeling of being in the presence and under the protection of the Eternal." Another explanation for Shekinah, is that Shekinah is divine grace, or Primordial Light eternal. It is the title used by Kabbalists the Tenth Sephira, Kether, the first Triad Supreme, the Mystery of Mysteries quoted by Blavatsky as Sophia and Shekinah: A look at the Divine Feminine in Western Monotheism. Over time, terms like Sophia, Shekinah, and the Holy Spirit came to describe the active presence of the Eternal in the world, while the Eternal became a figure transcendently detached from the material world. this emphasized the distinction between the presence of the Eternal in the world and the incomprehensible reality of the Eternal own. The same is also known as Sophia, the Greek word for wisdom, was the first female figure of personification of Eternal found in the Hebrew Bible. She appears in the Book of Job and the Book of Proverbs in the canonical scriptures. In Proverbs, She is said to have existed before the creation of the world as the first creations of the Eternal. In the apocryphal book of Ecclesiasticus, Wisdom, or Sophia is Torah. She is a universal and cosmic force associated with the history and law of the covenant of Israel. In another apocryphal book the Wisdom of Solomon, contains a retelling of the story of Israel's salvation with Sophia being represented as i own Eternal instead of images of YHWH. Elizabeth Johnson, in his book, She Who Is, gives five possible interpretations of the theological significance of Sophia:

1) Personification of cosmic order, which represents the meaning of the Eternal in the implementation of its creation.

2) Personification of wisdom sought and taught in the synagogues of Israel.
3) The symbol of the divine attribute of the Eternal in a keen intelligence.

4) A mediator divine and almost independent between the material world and the Eternal totally transcendent.

5) The female personification of the very being of the Eternal in creation, salvation, and engagement with the world.
 



Sophia is represented not only the western characteristics traditionally associated with women: birth, fertility, nutrition, sensuality, sexuality and chastity. She also represents a full range of other features, including a thirst for blood and certain punitive powers. The descriptions of the attributes and activities of the Divine Sophia are almost identical to the Eternal male. In Gnostic tradition, Sophia aspired to forbidden knowledge and disgraced. His regrets about this act formed the world of matter in which she was forced to wander seeking to reunite with the source that was Eternal. The Islamic mystical tradition of Sufism also contains a vision of Sophia. The poet and visionary of the 12th century, Ibn al-Arabi, Sophia had a vision that led him to imagine all women as powerful incarnations of the Eternal, than a love men inspired, who ultimately turned to God. Somewhat androcentric, this vision has brought a feminine dimension to a tradition in which the Lord was seen as almost exclusively male. The wisdom of the primitive Christian theology Jesus associates to Sophia and many contemporary theologians believe that Jesus drew on the deep theology of wisdom in his teachings. Some believe that he saw himself as a professor of philosophy and how the child or the messenger of Sophia. By the end of the first century AD, Christ was seen by the early church as if it were the embodiment of Sophia. Recapturing the spirit of Sophia led to some new reinterpretations of life, death and ministry of Christ. According to Fiorenza, Sophia-Eternal Jesus did not require sacrifice or atonement. The death of Jesus was not required by the Eternal, but was the result of his experience outside of Sophia. Jesus was not crucified to atone for the sins of the people, instead, the crucifixion was the result of fear violent created by powerful, Jesus preaching the good news of eternal goodness and equality of all people. For many feminists and liberation theologians, this is the identification of Christ with Sophia and the poor, the oppressed, the marginalized, that is the important message of the Gospel. Elizabeth Johnson echoes this in, She Who Is, when she writes: "Christ crucified, the Sophia of Eternal. Here is the transvaluation of values ​​so connected with the ministry, death and resurrection of Jesus, the divine Sophia is here manifested not in praises or esoteric doctrine, but in the eternal solidarity with those who suffer. Although seemingly weak and defeated, the wisdom of the Eternal is personal, and the true source of life. Many passages of the Gospel refer to theology, Wisdom / Sophia, in relation to the person and nature of Jesus. However, a mystery emerges when we turn to the first chapter of the Gospel of St. John Instead of the feminine Sophia, St. John uses the masculine Logos to refer to the second person of the Trinity. Why is that? Before the gospel of John to be written, Christians have had no problem connecting Christ to Sophia. Gender may have been partially due to the change, at the time John was writing, the patriarchal structure were re-emerging within the Christian sect and the role of women in church ministry was once again being deleted. Karen Armstrong, in "A History of God," brings a possible explanation for the change of Sophia to Logos in the Gospel of John An Aramaic term Memra (Word) may have been the term used by St. John This term indicated activity Eternal in the world and may have been used by St. John, in the same way. If so, is confirmed in the same sense the term Sophia, Shekinah and the Holy Spirit. Unlike other names for the Eternal Son of Man, Son of God, Logos, etc ... Sophia was fully representative of the full gestalt of the Eternal. Sophia was the "closeness of the Eternal gracious and active in the world" and showed a special relationship with Himself. This relationship led to the development of the doctrine of the incarnation, which in turn led to the doctrine of the Trinity. Johnson writes: "What does it mean that one of the main origins of the doctrine of the Incarnation and the Trinity lies in identifying the crucified and risen Jesus with a female gestalt of the Eternal? Since Jesus Christ is described as divine Sophia, then it is not unthinkable, and even anti-biblical, confess Jesus Christ as the incarnation of the eternal feminine symbol represented the Shekinah. Who defends a Christology in Wisdom is saying that Jesus is the human being who has become Sophia, Sophia who in the fullness of it was him, that he was manifested in the depth of the divine mystery, the creative involvement and graciously saved for the world . The fluidity of gender symbolism evidenced in the biblical Christology, breaks the stranglehold of thought androcentric, which revolves around the manhood of Jesus. Wisdom Christology reflects the depths of the mystery of the Eternal and points in a very inclusive of the feminine symbolism. The Shekinah is the feminine presence of the Eternal, in a central metaphor of divinity in Jewish texts, mystics and midrashic the first century aD onwards. Shekinah is an abstract noun of the feminine gender, first appearing in the Mishnah and Talmud around 200 aD where it is used as a synonym for YHWH, Elohim being both masculine names of the Eternal. The word evolved from the Mishkan, a word that refers to the tent of the desert, to keep the Torah. This was built at the request of the Eternal "that I may dwell among you." Shekinah, also represented by the Holy Spirit is described as the presence of "divine compassionate involvement in a conflicted world, source of strength and comfort in time of desperate struggle and suffering among humans. She is the Eternal manifested in passion and compassion, able to feel the weight of our joys and passions as a person. In theological terms the modern feminist movement, she represents the "erotic power" of the Eternal. When people are humiliated, Shekinah is in the dust, anguished human suffering. At first, the Shekinah, as the Divine Sophia, was a way of dealing with the problems of an anthropomorphic theology in light of the need for a theology more culturally sensitive. Over time, this "presence" of the Eternal, took form and substance and became closely related to embodiment of the "Community of Israel". In late Midrash literature, Shekinah was described as a divine feminine and independent entity, who argued with the Eternal in man defense. This aspect of the Eternal contained both in love and divine power of punishment, in parallel with the Hindu Goddess Kali which manifests itself in cruelty. A Talmudic legend says that the Shekinah has the power to bring the righteous souls of men and women with just a kiss. The six who she did this are Abraham, Isaac, Jacob, Moses, Aaron and Miriam. The Shekinah was said to live in the Mishkan, as the active presence of the Eternal in the life of an exile and pod people in this world. During times of inactivity, Shekinah resided in the Temple of Jerusalem. When the Temple was destroyed the Shekinah presence became a spiritual home for the people of Israel. She became known as "She who dwells within", a fitting image for a nomadic people. Many symbols of contemporary Judaism carry within themselves a meaning related to the active presence of the Shekinah. Among these are the wedding procession, the cabins of the fall harvest, and the prayer shawl. In 1000 BC, Shekinah had become the wife of YHWH, lover and daughter, in many respects, incorporating projections of male and female emotional ground, and sexually dangerous. In many Jewish texts Shekinah is the "exile of the divine element a pariah, the woman degraded, raped or abused, abandoned in their marriage, homeless on the streets, bereft of their children, and with no one to comfort her. Shekinah is the female victim finished. " The full development of the Shekinah came through the Jewish mystical tradition of Kabbalah during the Middle Ages. In the famous 12th-century mystical texts, the Zohar, Rabbi Isaac argues that Shekinah is exempt second commandment against other gods besides YHWH. The Shekinah is also represented in the Islamic tradition, where it is the spirit of Allah sakina or resident within the human and the tent of the Kaaba. This black stone once venerated as a goddess in Arabia, believed to be the place where Hagar bore Ishmael, the ancestor of the Arab people. This is targeted at Muslim shrine pilgrimage and which all Muslims bow in prayer. Believed to be the world center of Alma, it symbolizes the meeting of heaven and earth. This meeting of heaven and earth, the spiritual and the material, has been a part of the tradition of Sophia and Shekinah. Legends tell that the two, or are just an entity in different ways?, Were exiled to the material world and seek to reunite with the eternal transcendent. The believe that the male manifestation of God into the Temple of Jerusalem at regular intervals to copulate with Shekinah and send their energy to the world. The task of the Jewish mystic, male, is to awaken the passion of the Eternal that He may copulate with Shekinah and so send your Seed / energy to the world. This legend sheds new light on the Christian tradition of the impregnation of Mary by the Holy Spirit. No discussion of the divine feminine would be complete without a look at Christian theology distinctly around Mary. As the Shekinah and Sophia, Mary is described by many metaphors, including the Temple of the Holy Spirit, Shekinah and Wisdom, Sophia. In 431, a few years after the dismantling of the worship of the Shekinah, the Council of Ephesus declared its Theotokos, bearer of the Eternal, which echoes the titles even before the Shekinah, the pagan. Another image of the Black Virgin of Europe, is our response to Western Kali. She simultaneously nourish and destroy, he who hears, answers nourishes and heals. And when all else fails, get our soul in death. Why the paradoxical figure of Shekinah continues to persist in the monotheistic religions? Why contemporary Christians, Jews and Muslims, seek divine feminine? Why, despite centuries of repression, persecution and abuse the image of the female refuses to stay buried? Patai, in his book, The Hebrew Goddess, says that the divine feminine is a projection of what a man needs a woman for his own survival. Man wants a virgin, a prostitute, a daughter and a mother. He wants promiscuity, chastity, piety and violence. To Patai, as seen in Goddess Sophia and Shekinah, is a bit ambivalent of men by women. But why on women? Why do women continue to seek the divine feminine? Part of the answer lies in Gottlieb's quote at the beginning of this article. If we use language as a way to approach the ineffable Eternal, then women have traditionally been denied access to this portal. We need to see ourselves in the holy and the holy in ourselves and our sisters. We need to know specifically that we are created in the image of the Goddess / God, not in some abstract form and indefinable, but very real to be reached and touched as a person and human being. We need to hear our concerns as mothers, partners, daughters, sisters, friends and lovers, bringing before the congregation of the saints to be validated and confirmed. Men need the Goddess, for their own reasons. I believe that we all, men and women need the Goddess represented in the divine Sophia, Shekinah, for reasons of extreme importance is our own healing and the healing of the universe, and a strong reason for the reunification of the Divine Masculine and Feminine in unity of God / Goddess, who made us all.
 




Shekinah ou Elohim - O tempo do encontro e reconciliação dos opostos. - Shekinah or Elohim - The time of the meeting and reconciliation of opposites.

English version.






Em hebraico: שכינה - Pronúncia: [ʃe̞χiˈnä].

Etimologia
Shekinah tem com raiz do verbo hebraico שכן. No hebraico bíblico, a palavra significa literalmente, assentamento, habitação ou moradia, e é citada com frequência na Bíblia hebraica Êxodo 40:35 ” Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do Eterno enchia o tabernáculo”. Podemos observar também em Gênesis 9:27, Gênesis 14:13, Salmos 37:3, Jeremias 33:16, bem como na bênção semanal do Shabat, recitada no Templo de Jerusalém, “Ele, que faz com que o seu nome habite, shochan, nesta Casa, para habitar no meio de vocês o amor e fraternidade, paz e amizade”.

Significado no Judaísmo
Designanda a faceta da revelação divina aos homens, a “Divina Presença”, sendo também considerada a face “feminina” e “materna” do próprio Eterno. O vocábulo “Shekinah” não aparece na Bíblia Judaica e também não é citada no Novo Testamento, sendo uma palavra derivada da raiz hebraica ש-כ-נ (sh-k-n), cujo significado é “habitar”, “fazer morada”. De acordo com a concepção cabalística e do ramo hassidísmo do judaísmo, Shekinah é uma energia cósmica poderosíssima em si mesma, que habita no “interior” do Universo e vivifica-o, sendo a sua “alma” ou “espírito”. A Shekinah, como uma idéia concreta, somente aparece nas escrituras rabínicas, havendo pequenas “alusões” a esta presença divina, no meio do povo de Israel, na Torá, quando o Eterno disse ao seu povo “וְעָשׂוּ לִי מִקְדָּשׁ וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹכָם” – “Eu fareis um santuário para Mim, e habitarei no meio deles ”; ”וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹךְ בְּנֵי יִשְׂרָאֵל, וְהָיִיתִי לָהֶם לֵאלֹהִים” – “e Eu habitarei no meio dos filhos de Israel, e Sarei-lhes por Eterno”; e “יְהֹוָה צְבָאוֹת הַשֹּׁכֵן בְּהַר צִיּוֹן” – “o Deus dos exércitos, aquele que habita em Sião”. Esta faceta da divindade, que é a menor de todas as outras revelações, é o meio comunicativo entre o homem e o Eterno. Ela é “mensurável” de acordo com a posição de cada pessoa e dos seus atos; sendo que, às vezes, ela se revela e, às vezes, se oculta, como os Sábios de Israel disseram, quando se referiam ao Segundo Templo, que não tinha a “sombra da Shekinah”. Já em relação à diáspora, os rabinos disseram que, de alguma forma, a Shekinah preservou uma relação com Israel, especialmente quando este passou por períodos difíceis, espalhados entre as nações: “para todos os lugares onde Israel foi exilado, Shekinah foi exilada com ele”, sofrendo também com ele nos infortúnios. Rabi Chanina, no Talmude, agrava ainda mais esta concepção, quando diz que “aquele que esbofetea a face de Israel, é como se estivesse esbofeteado a face da Shekinah”.

A Shekinah no Islamismo
A palavra سكينة (Sakhinah) é mencionada seis vezes no Alcorão. Ela representa garantia de paz, calma e tranquilidade. O capítulo 2, versículo 248 diz: “E seu mensageiro disse-lhes: Em verdade! O sinal do seu reino é que não virá a vós At-Tabut (a arca perdida), onde Sakinah do vosso Senhor é um remanescente do que Moisés e Arão deixaram para trás, levado pelos anjos. Em verdade, nisto há um sinal para vós, se sois crédulos.” É muitas vezes descrita como “sensação reconfortante de estar na presença ou sob a proteção do Eterno.” Outra explicação para Shekinah, é que Shekinah é a Graça Divina, ou a Luz Primordial eterna. É o título aplicado pelos cabalistas ao Décimo Sephira, Kether, o primeiro da Tríade Suprema, o Mistério dos Mistérios citada por Helena Blavatsky como Sophia e Shekinah: Um olhar sobre o Feminino Divino no Oeste Monoteísmo. Ao longo do tempo, termos como Sophia, Shekinah, e Espírito Santo, vieram para descrever a presença ativa do Eterno no mundo, enquanto o Eterno se tornou uma figura transcendentemente distanciada do mundo material. Este enfatizou a distinção entre a presença do Eterno no mundo e a realidade incompreensível do próprio Eterno. A mesma é reconhecida também como Sophia, a palavra grega para sabedoria, foi à primeira figura feminina da personificação do Eterno encontrada na Bíblia hebraica. Ela aparece na Livro de Jó e no Livro dos Provérbios nas escrituras canônicas. Em Provérbios, Ela se diz ter existido antes da criação do mundo como a primeira das criações do Eterno. No livro apócrifo de Eclesiástico, Sabedoria ou Sophia representa Torah. Ela é uma força universal e cósmica associado à história e direito da aliança de Israel. Em outro livro apócrifo Sabedoria de Salomão, contém uma releitura da história da salvação de Israel com Sophia sendo representado como i próprio Eterno em vez de imagens de YHWH. Elizabeth Johnson, em seu livro, She Who Is, dá cinco possíveis interpretações sobre o significado teológico de Sophia:

 1) Personificação da ordem cósmica, o que representa o significado do Eterno na implantação de sua Criação.
2) Personificação da sabedoria procurado e ensinado nas Sinagogas de Israel.
3) O símbolo do atributo divino do Eterno em uma inteligência perspicaz.
4) Um mediador divino e quase independente entre o mundo material e um o Eterno totalmente transcendente.
5) A personificação feminina do próprio ser do Eterno na criação, salvação e envolvimento com o mundo. 
 




Sophia é representada não apenas as características ocidentais tradicionalmente associados com o feminino: o nascimento, fertilidade, nutrição, sensualidade, sexualidade e castidade. Ela também representa uma gama completa de outras características, incluindo uma sede de sangue e certos poderes punitivos. As descrições dos atributos e atividades da Divina Sophia são quase idênticas aos do Eterno masculino. Na tradição gnóstica, Sophia aspirava ao conhecimento proibido e caiu em desgraça. Seus pesares sobre este ato formaram o mundo de matéria em que ela foi forçada a vagar buscando se reunir com a fonte que era o Eterno. A tradição islâmica mística do sufismo também contém uma visão de Sophia. O poeta e visionário do século 12, Ibn al-Arabi, teve uma visão de Sophia que o levou a imaginar todas as mulheres como potentes encarnações do Eterno, do que um amor inspirado em homens, que em última análise, voltada para o Deus. Um tanto androcêntrico, esta visão trouxe uma dimensão feminina a uma tradição em que o Eterno era visto como quase exclusivamente masculina. A sabedoria primitiva da teologia cristã associa Jesus à Sophia e muitos teólogos contemporâneos acreditam que Jesus valeu-se da profunda teologia da Sabedoria em seus ensinamentos. Alguns acreditam que ele se viu como professor de filosofia e como a criança ou o mensageiro de Sophia. Pelo final do primeiro século DC, Cristo foi visto pela igreja primitiva como se fosse a personificação de Sophia. Recapturar o espírito de Sophia levou a algumas novas reinterpretações da vida, morte e ministério de Cristo. De acordo com Fiorenza, a Sophia-Eterno de Jesus, não exigia sacrifício ou expiação. A morte de Jesus não foi requerida pelo Eterno, mas foi o resultado de sua experiência vivida fora de Sophia. Jesus não foi crucificado para expiar os pecados do povo, em vez disso, a crucificação foi o resultado do medo violento criado nos poderosos, Jesus pregando as boas novas da bondade do Eterno e a igualdade de todas as pessoas. Para muitos feministas e teólogos da libertação, esta é a identificação de Cristo com Sophia e os pobres, os oprimidos, os marginalizados, que é a importante mensagem do Evangelho. Elizabeth Johnson ecoa esse em, She Who Is, quando ela escreve: “Cristo crucificado, a Sophia do Eterno. Aqui está a transvaloração dos valores tão ligado com o ministério, morte e ressurreição de Jesus: a divina Sophia está aqui manifesta não em feitos gloriosos ou doutrina esotérica, mas na solidariedade do Eterno com aquele que sofre. Embora aparentemente fraco e derrotado, a sabedoria do Eterno é pessoal, e a verdadeira a fonte da vida. Muitas passagens do Evangelho se referem à teologia, Sabedoria/Sophia, em relação à pessoa e à natureza de Jesus. No entanto, surge um mistério quando nos voltamos para o primeiro capítulo do Evangelho de São João. Em vez de a Sophia feminina, São João usa o Logos masculino para se referir a segunda pessoa da Santíssima Trindade. Por que isso? Antes de o evangelho de São João for escrito, os cristãos não tiveram nenhum problema ao ligar Cristo à Sophia. Gênero pode ter sido parcialmente explicado para a mudança; no momento em que São João estava escrevendo, a estrutura patriarcal foram reemergindo dentro da seita cristã e o papel das mulheres no ministério da igreja estava sendo mais uma vez suprimido. Karen Armstrong, em “Uma História de Deus”, traz uma possível explicação para a mudança de Sophia para Logos no Evangelho de São João. Um termo aramaico Memra (Word) pode ter sido o termo usado por São João. Este termo indicava a atividade do Eterno no mundo e pode ter sido usado ​​por São João, da mesma forma. Se assim for, é confirmada o mesmo sentido nos termo Sophia, Shekinah e Espírito Santo. Ao contrário de outros nomes para o Eterno: Filho do Homem, Filho do Deus, Logos, etc… Sophia foi totalmente representante da gestalt plena do Eterno. Sophia foi a “proximidade do Eterno clemente e ativo no mundo” e mostrou uma relação especial com Ele mesmo. Este relacionamento levou ao desenvolvimento da doutrina da encarnação, que por sua vez levou, a doutrina da Santíssima Trindade. Johnson escreve: “O que significa, que uma das principais origens da doutrina da encarnação e da Santíssima Trindade reside na identificação do crucificado e ressuscitado Jesus com uma gestalt do sexo feminino do Eterno? Desde que Jesus Cristo é descrito como divina Sophia, então não é impensável, e nem mesmo anti-bíblico, confessar Jesus Cristo como a encarnação do Eterno representado no símbolo feminino de Shekinah. Quem defende uma cristologia na Sabedoria está afirmando que Jesus é o ser humano que tornou-se Sophia, que Sophia em toda a plenitude dela estava nele, para que ele se manifestasse na profundidade do mistério divino, no envolvimento criativo e graciosamente guardada para o mundo. A fluidez do simbolismo de gênero evidenciada na Cristologia bíblica, rompe com o estrangulamento do pensamento androcêntrico, que gira em torno da masculinidade de Jesus. A sabedoria cristológica reflete a profundezas do mistério do Eterno e os pontos de uma maneira muito inclusiva do simbolismo feminino. A Shekinah é a presença feminina do Eterno, em uma metáfora central da divindade, em textos judaicos, místicos e midrashic do Primeiro século em diante dC. Shekinah é um substantivo abstrato do feminino de gênero, primeiro aparecendo na Mishná e Talmud em torno de 200 dC onde é usado como sinônimo de YHWH, Elohim sendo os dois nomes masculinos do Eterno. A palavra evoluiu a partir do Mishkan, palavra que se refere à tenda construída no deserto, para guardar a Torá. Este foi construído a pedido do Eterno “para que eu possa habitar no meio de vós”. Shekinah, também representado pelo Espírito Santo, é descrita como a presença “divina no envolvimento compassivo de um mundo conflituoso, fonte de vitalidade e de consolo nos momento de extrema luta e sofrimento entre os seres humanos. Ela é o Eterno que se manifesta na paixão e compaixão, capaz de sentir o peso de nossas alegrias e paixões como pessoa. Nos termos teológicos do movimento feminista moderno, Ela representa o “poder erótico” do Eterno. Quando as pessoas são humilhadas, Shekinah está no pó, angustiada com o sofrimento humano. Na primeira, o Shekinah, como a Divina Sophia, era uma maneira de lidar com os problemas de uma teologia antropomórfica, à luz da necessidade de uma teologia mais culturalmente sensível. Com o tempo, esta “Presença” do Eterno, tomou forma e substância e tornou-se intimamente relacionada à personificação da “Comunidade de Israel”. Na literatura tardia Midrash, Shekinah foi descrita como uma entidade feminina divina e independente, que argumentou com o Eterno em defesa do homem. Este aspecto do Eterno contido tanto no amor e no poder divino de punição, em paralelo com as Deusas Hindu Kali que se manifesta em crueldade. Uma lenda talmúdica diz que o Shekinah tem o poder de levar as almas justas dos homens e mulheres com apenas um beijo. Os seis com quem ela fez isso são Abraão, Isaac, Jacó, Moisés, Arão e Miriam. A Shekinah foi dito a viver no Mishkan, como o ativa presença do Eterno na vida de um exilado e pessoas que vagem por este mundo. Durante os tempos de sedentarismo, Shekinah residia no Templo de Jerusalém. Quando o Templo foi destruído a presença de Shekinah tornou-se um lar espiritual para o povo de Israel. Ela ficou conhecida como “Ela que habita dentro”, uma imagem apropriada para um povo nômade. Muitos símbolos do judaísmo contemporâneo carregam dentro si um significado relacionado com a presença ativa de Shekinah. Entre estes estão a procissão do casamento, as cabines de colheita da queda, e o xaile de oração. Em 1000 aC, Shekinah tinha se tornado esposa de YHWH, amante e filha, em muitos aspectos, incorporando as projeções do sexo masculino como do feminino emocional, terrestres, e sexualmente perigosa. Em muitos textos judaicos Shekinah é o “elemento exilado do divino, uma pária, a mulher degradada, violadas ou abusadas, abandonadas em seu casamento, sem-teto nas ruas, desprovido de seus filhos, e com ninguém para confortá-la. Shekinah é a vítima do sexo feminino consumado”. O pleno desenvolvimento da Shekinah surgiu através da tradição mística judaica da Cabala durante a Idade Média. Em famosos textos místicos do século 12, o Zohar, Rabi Isaac argumenta que Shekinah está isento da proibição segundo mandamento contra outros Deuses além de YHWH. A Shekinah também é representada na tradição islâmica, onde ela é a sakina ou espírito de Allah residente dentro dos humanos e em a tenda da Caaba. Esta pedra negra, uma vez venerada como uma Deusa na Arábia, acredita-se ser o local onde Hagar concebeu Ismael, o antepassado do povo árabe. Este é o santuário muçulmano almejado em peregrinação e para o qual todos os muçulmanos se curvam em oração. Acredita-se, ser o Centro Mundial da Alma, ele simboliza o encontro do céu e da terra. Este encontro do céu e da terra, o espiritual e o material, tem sido uma parte da tradição de Sophia e Shekinah. Lendas contam que os dois, ou são apenas uma entidade em formas diferentes?, foram exilados para o mundo material e procuram se reunir com o Eterno transcendente. O acredita-se que a manifestação masculina de Deus entre no Templo de Jerusalém em intervalos regulares para copular com Shekinah e enviar sua energia para o mundo. A tarefa do místico judeu, do sexo masculino, é despertar a paixão do Eterno para que Ele possa copular com a Shekinah e assim enviar sua Semente/Energia ao mundo. Esta lenda lança nova luz sobre a tradição cristã da impregnação de Maria pelo Espírito Santo. Nenhuma discussão sobre o divino feminino estaria completo sem um olhar para a teologia cristã distintamente em torno de Maria. Como o Shekinah e Sophia, Maria é descrita por muitas metáforas, incluindo o Templo do Espírito Santo, Shekinah, e Sabedoria, Sophia. Em 431, poucos anos após o desmantelamento a adoração à Shekinah, o Concílio de Éfeso declarou sua Theotokos, portador do Eterno, que ecoa os títulos de mesmo antes da Shekinah, a pagã. Outra imagem, a da Virgem Negra de Europa, representa a nossa resposta ocidental a Kali. Ela ao mesmo tempo nutri e destrói, aquele que ouve, nutre respostas e cura. E quando tudo mais falhar, recebe a nossa alma na morte. Por que o paradoxal figura de Shekinah continua a persistir em religiões monoteístas? Por que os cristãos contemporâneos, Judeus e Muçulmanos, buscam o divino feminino? Por que, apesar de séculos de repressão, perseguição e abuso a imagem do feminino se recusa a ficar enterrado? Patai, em seu livro, A Deusa hebraica, diz que o divino feminino é uma projeção de tudo o que um homem precisa de uma mulher para sua própria sobrevivência. Homem quer uma virgem, uma prostituta, uma filha e uma mãe. Ele quer a promiscuidade, castidade, devoção e violência. Para Patai, Deusa como visto em Sophia e Shekinah, é um bocado de homens ambivalêntes pelas mulheres. Mas, por que sobre as mulheres? Por que as mulheres continuam a procurar o divino feminino? Parte da resposta reside na citação de Gottlieb está no início deste artigo. Se usamos a linguagem como uma forma de abordagem do inefável do Eterno, então as mulheres têm sido tradicionalmente negadas um acesso a este portal. Precisamos ver-nos no santo e o santo em nós mesmos e nossas irmãs. Precisamos saber concretamente que somos criados à imagem do do Deusa/Deus, não, de alguma forma abstrata e indefinível, mas em muito real de ser alcancada e tocada como pessoa e ser humano. Precisamos ouvir as nossas preocupações como mães, parceiros, filhas, irmãs, amigos e amantes, trazendo perante a congregação dos santos para ser validada e confirmada. Os homens precisam da Deusa, por razões próprias. Eu acredito que todos nós, homens e mulheres, precisam da Deusa, representada na divina Sophia, na Shekinah, por razões de extrema importância que é a nossa própria cura e a cura do universo, e uma forte razão para o reagrupamento do divino Masculino e Feminino na unidade do Deus/Deusa, que fez a todos nós.
 






sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Um dia difícil! -- A difficult day!!

Hoje foi um dia difícil e estressante, ao voltar para o quarto no hotel, decidi que tinha de me distrair um pouco. Durante o banho, fiquei pensando, onde ir? Decidi andar um pouco, refrescar os pensamentos, apesar do cansaço. Observei que em frete ao hotel, onde estou hospedado, fica o Shopping Morumbi, um prédio bonito, imponente e todo iluminado. Resolvi entrar e comecei a andar pelos corredores do shopping, estava precisando de alguma coisa que distraísse a minha mente, parecia uma fome, eu não conseguia entender! Continuei caminhando, observando as pessoas, as lojas e seus funcionários, cada um com seu jeito de ser. Entre uma loja e outra, observei uma loja de moldurar de quadros. Não pude resistir, eu parei e entrei para ver a organização e a ordem de tudo dentro daquela loja. Lembrei que meu irmão é proprietário da DeVidros Laminados e Temperados, uma loja que trabalha com os mesmos produtos da loja em que eu estava.

Today was difficult and stressful, coming back to the hotel room, I decided I had to distract myself a bit. During the shower, I wondered where to go? I decided to walk a little, to refresh my thoughts, despite the fatigue. I noticed that in front my hotel where I am staying, is the Shopping Morumbi, a building beautiful, impressive and full of light. I decided to go and started walking the halls of the mall, was in need of something to distract my mind seemed hungry, I could not understand! I kept walking, watching the people, the shops and their employees, each with its own way of being. Between one store and another, noticed a shop molding frame. I could not resist, I stopped and went to see the organization and order of everything inside that store. I remembered that my brother is the owner of DeVidros Rolled and Tempered, a shop that works with the same product from the store where I was.
 

Após pedir para uma funcionária da loja que registrasse a minha passagem, continuei caminhando por entre as lojas, quando de súbito me deparei com a Livraria Saraiva, velha amiga de muitas horas de deliciosas leituras. Não resisti!! Entrei e me entreguei à exploração de todos os estandes de leitura. Olhei para uns assuntos e outros tantos que me chamam a atenção, li pequenas partes de livros sobre tecnologia, sobre filosofia e como não poderia de ser, sobre religiões. A minha mente estava faminta por aquele momento, permaneci lendo por algumas horas, naveguei pelos mais distantes mares e lugares deste mundo e de outros tantos também. Minha mente estava absorta, pelo prazer em desvendar cada detalhe dos textos que eu percorria rapidamente na tentativa de nada perder. Minha alma estava em paz, podia sentir o cheiro, ouvir o barulho e tocar, cada ambiente descrito nos textos que li. É uma experiência maravilhosa!! As vezes fui interrompido pelos funcionários que gentilmente perguntavam se eu precisava de ajuda e se havia gostado de algum livro ou presente. Eu recém-desperto de minha transcendência disse algumas vezes. "Gostei de tudo, é tudo muito bonito e muito gostoso, o cheiro, o barulho das águas, dos animais, das personagens... é tudo muito interessante.". Eles me olhavam, com uma olhar indagativo, como se quisesse compreender do que eu estava falando, mas gentilmente sorriam e deixavam-me com meus devaneios e transcendências.

After asking for an employee of the store to register my passing, I continued walking through the store when suddenly I came across Livraria Saraiva, old friend of many hours of delightful reading. I could not resist! I went and turned myself to the exploration of all the stands reading. I looked at a few subjects and many others that caught my attention, read small parts of books about technology, about philosophy and how could it not be about religion. My mind was hungry for that moment, I stayed for a few hours reading, I sailed by the seas and distant places of the world and so many others too. My mind was engrossed by the pleasure in unraveling every detail of the texts that I ran through quickly in an attempt to lose anything. My soul was at peace, could smell, hear the noise and touch, each environment described in the texts we read. It is a wonderful experience! The times I was interrupted by employees who kindly asked if I needed help and had enjoyed some book or gift. I recently awakened my transcendence said sometimes. "I liked everything, it's all very beautiful and very tasty, the smell, the noise of the waters, the animals, the characters ... it's all very interesting.". They looked at me with an inquiring look, as if to understand what I was talking about, but gently smiled and left me with my reverie and transcendence.

 

Como não me apercebia do passar das horas, fui interrompido pelo meu estômago que cobrou, em alto e sonoro som, o tributo a ele devido, resultado do meu esforço e desgaste do dia hoje. Após pedir também que um funcionário da livraria registrasse minha passagem, resolvi jantar. Pensei que teria de ser algo gostoso assim como a leitura, que absorvesse minha mente e minha alma e eu pudesse novamente transcender em corres, formas, cheiro e paladar. Novamente me pus a caminho chegando à praça de alimentação do shopping. E minha mente, rapidamente, insistia em estar acesa e eu já me encontrava observando as pessoas, seus olhos, seus gestos, o movimentos de seus maxilares ao mastigarem os alimentos, as crianças correndo e rindo, as palavras e pequenos trechos de conversas. O interlocutor expondo com determinação seu ponto de vista. Como são interessantes os seres humanos…!! Novamente fui alertado por meu estômago, avisando da necessidade de repor as energias, foi quando parei em frente de uma loja de comida japonesa, meus olhos brilharam ao ver os sushis e sashimis com suas cores, do branco do arroz, a cor escura da alga, o alaranjado do salmão, a textura macia do atum, a mistura das cores do repolho roxo, do brócoli, a sensação crocante do bolinho primavera e da cebola empanada. Tudo isso é muito gostoso, mas não estaria perfeito se não tivesse o molho de shoyo e bastante wasabi, porém diga-se de passagem, não sei qual a ligação do shoyo com bastante wasabi, o nariz e os olhos, pois quando coloco em minha boca um shashimi com shoyo e wasabi, me ardem as narinas e sai água pelo dois olhos!! Rsrsrsrs!! Hummm!! A sensação é única e já pude sentir meu corpo reagir com a reposição das energias. Minha mente novamente ficou absorta profundamente em sentir aqueles sabores tão intensos, meu olfato e minha visão antecipavam o gosto, minhas papilas gustativas ao serem tocadas pelo alimento faziam com que minha boca se enchesse de saliva e eu vi que tudo isso é muito bom!! Novamente me atrevi pedir a uma segurança do shopping que registrasse a minha passagem por ali, coisa que ela gentilmente atendeu após consultar o seu superior imediato. Após o registro fotográfico ela de forma muito delicada me sorriu e perguntou se havia ficado bom, eu novamente, com meu típico atrevimento, disse que “Apesar do esforço de minha querida mãe, em fazer um bonito filho, pela foto podia ver que meu prato de comida japonesa tinha ganhado de mim em beleza e sabor! ”. Rsrsrsrs!!

As there did I realize the hours passed, I was interrupted by my stomach that demanded, in a loud and sonorous sound, the tribute to him because, as a result of my effort and day wear today. After asking also that an employee of the bookstore register my passing, I decided dinner. I thought it would be something yummy like reading, which absorb my mind and my soul and I could again exceed in corresponding shapes, smell and taste. Again I started out coming to the food court of the mall. And my mind quickly be insisted on, and I was already observing the people, their eyes, their gestures, the movements of your jawbone to chew food, children running and laughing, words and small snippets of conversations. The other party determinedly exposing their point of view. How interesting ... humans! Again I was reminded by my stomach, warning of the need to restore the energy, it was when I stopped in front of a Japanese food store, my eyes lit up in seeing the sushi and sashimi with its colors, white rice, the dark color of the algae the orange salmon, soft texture of tuna, mixing the colors red cabbage, the broccoli, the feeling crunchy cookie and spring onion breaded. All this is very tasty, but would not be perfect if it had sauce soy sauce and wasabi enough, but let it be said in passing, I do not know what connection the soy sauce with enough wasabi, nose and eyes, because when I put in my shashimi mouth one with soy sauce and wasabi, I burn the nostrils and out the water by two eyes! Rsrsrsrs! Hmmm! The sensation is unique and I could already feel my body react with the replacement of energy. My mind was again deeply engrossed in feeling those flavors so intense, my nose and my vision anticipated the taste, my taste buds when touched by food meant that my mouth fill with spittle and I saw that all this is very good! Again I dared ask a mall security who register my passing through there, which she kindly answered after consulting your the immediate superior. After the photographing her so lightly smiled at me and asked if had been good, I again, with my typical impudence, said that "Despite the efforts of my dear mother, to make a beautiful son, the photo could see that my plate Japanese food had won me in beauty and flavor! . "Rsrsrsrs!


Concluída a minha refeição noturna, me preparei para sair e voltar para o hotel, quando ao passar por uma loja de alimentos, vi duas atendentes cantando de forma muito engraçada, no momento olhei e sorri, mas não resisti e retornei dizendo, “Vão treinando, que com o tempo vão cantar bem melhor!!”. Rsrsrsrs!! Nesta oportunidade única, não pude deixar de registrar esta cena!! Não sei os seus nomes, mas parecem felizes!!

Completed my evening meal, I prepared to leave and return to the hotel when passing through a food store, saw two attendants singing very funny, when I looked and smiled, but I could not resist and returned saying, "Go training , that over time will sing better! ". Rsrsrsrs! In this opportunity, I could not fail to record this scene! I do not know their names, but they seem happy!

 
O dia foi tenso e estressante, mas estas últimas horas de minha estadia em São Paulo foi muito boa. Ainda na saída pude registrar a escultura de um Buda e neste momento, aquela imagem contemplativa, pude sentir que “Tudo isso é muito bom!!”. Bom vamos dormir que daqui há poucas horas tenho que pegar o voo de retorno para Curitiba, mas posso dizer novamente “Tudo isso é muito bom!!”.

The day was tense and stressful, but these last hours of my stay in Sao Paulo was very good. Still in output could record the sculpture of a Buddha, and this time, that image contemplative, I could feel that "All this is very good!". Well here we go to sleep a few hours ago I have to catch the return flight to Curitiba, but I can say again "All this is very good!".